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O QUE SÃO AS VACINAS

As vacinas são soluções que contém agentes biológicos (mortos ou vivos atenuados) ou apenas determinados pedaços deles que são importantes para nosso corpo reconhecê-los rapidamente e iniciar sua defesa específica. Em outras palavras, as vacinas estimulam o sistema imune a produzir linfócitos de memória (imunização ativa). Eles produzem anticorpos específicos contra o agente infeccioso presente na vacina deixando nosso corpo preparado caso nosso organismo seja infectado, prevenindo uma evolução grave ou até mesmo que fiquemos doentes por esse organismo.

Cada vacina tem sua via de administração específica: injetável (💉) intramuscular ou subcutânea, ou ainda por via oral.

A IMPORTÂNCIA DAS VACINAS

Antes da descoberta das vacinas, era comum as pessoas levarem seus filhos para contraírem determinadas doenças da infância, pois a sabedoria popular diz que se pegar quando criança elas são mais leves. Mas a ciência provou que mesmo as doenças comuns da infância, para alguns podem ser graves, deixar sequelas ou até matar sendo a prevenção, a melhor opção.


Porém, a importância das vacinas não é somente para a proteção individual de quem a recebeu. Quanto maior a abrangência da vacina, ou seja, quanto maior a porcentagem da população vacinada, menor será o número de pessoas transmitindo o vírus, ou a bactéria, protegendo também todos os que não se vacinaram.

Reduzindo o número de hospedeiros dos agentes infecciosos, maior a nossa chance de a erradicarmos a doença, como ocorreu com a Poliomielite. Em 1994, ela foi considerada erradicada no Brasil, porém enquanto houver um único caso no mundo existirá o risco dela retornar sendo imprescindível manter a cobertura vacinal em toda a população.


Logo, os principais benefícios das vacinas são:

– prevenir a doença e/ou suas formas graves, evitando risco de sequelas ou óbito

– reduzir a circulação do agente infeccioso protegendo aqueles que não podem se vacinar

– contribuir para a erradicação das doenças imunopreveníveis

Cada vacina tem sua via de administração específica: injetável (💉) intramuscular ou subcutânea, ou ainda por via oral.

QUEM NÃO DEVE SE VACINAR LOGO AO NASCIMENTO

As vacinas são contra-indicadas quando seu risco é maior do que seu benefício.


Recém nascidos prematuros ou com peso menor do que 2Kg devem aguardar ter critérios para a vacinação segura.


Filhos de pais com risco de transmitir alterações genéticas que podem levar a alterações no sistema imune (saiba mais em “Sinais de Imunodeficiência”):

– filho anterior com óbito sem causa bem estabelecida, e/ou infecções graves ou de repetição

– antecedente familiar de primeiro grau (avós, pais ou irmãos) de óbitos por infecção sem causa bem estabelecida

– abortos prévios sem causa definida

Filhos de mães que apresentem condições que possam levar seus bebês a terem alterações em seu sistema imune como:

– mães portadoras de HIV (seus bebês devem ser avaliados antes de serem vacinados)

– mães em uso de medicações que possam causar imunossupressão em si mesmas e em seus bebês

Bebês que realizaram teste do Pezinho com triagem para alterações do sistema imune  até que saia seu resultado para as orientações adequadas para a vacinação.

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 2 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Hexavalente (💉)

Protege contra:

– Hepatite B – 2ª dose (reforço aos 6 meses de vida)

– Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTPa) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

– Poliomielite vírus inativado (VIP) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

2) Pneumocócica conjugada 13 valente ou Pneumocócica conjugada 15 valente (💉) – 1ª dose (reforços aos 4, 6 e aos 13 meses de vida)

3) Rotavírus Pentavalente – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

REDE PÚBLICA

1) Pentavalente Brasil (💉)

Protege contra:

– Hepatite B – 2ª dose (reforço aos 6 meses de vida)

– Tríplice bacteriana: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTP) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

2) Poliomielite vírus inativado (VIP) (💉) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

3) Pneumocócica 10 valente (💉) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 12 meses de vida)

4) Rotavírus Monovalente – 1ª dose (reforço aos 4 meses de vida)

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 3 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Meningocócica quadrivalente ACWY (💉)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y – 1ª dose (reforços aos 5 e aos 13 meses de vida e entre 5 e 6 anos)

2) Meningocócica B (💉)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo B – 1ª dose (reforços aos 5 e aos 14 meses de vida)

REDE PÚBLICA


1) Meningocócica C conjugada (💉)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo C – 1ª dose (reforços aos 5 e aos 12 meses de vida)

Obs.: O SUS fornece vacina contra meningite ACWY somente para adolescentes com 11 e 12 anos de idade e não fornece a vacina contra a meningite B

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 4 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Pentavalente (💉)

Protege contra:

– Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTPa) – 2ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses  e aos 15 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 2ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

– Poliomielite vírus inativado (VIP) – 2ª dose (reforço aos 6 meses de vida)

2) Pneumocócica conjugada 13 valente ou  Pneumocócica conjugada 15 valente (💉) – 2ª dose (reforços aos 6 e aos 12 meses de vida)

3) Rotavírus Pentavalente – 2ª dose (reforço aos 6 meses de vida)

REDE PÚBLICA

1) Pentavalente Brasil (💉)

Protege contra:

– Hepatite B – 2ª dose (reforço aos 6 meses de vida)

– Tríplice bacteriana: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTP) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

 

2) Poliomielite vírus inativado (VIP) (💉) – 1ª dose 

3) Pneumocócica 10 valente (💉) – 1ª dose (reforços aos 4 e aos 6 meses de vida)

4) Rotavírus Monovalente – 1ª dose (reforço aos 4 meses de vida)

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 5 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Meningocócica quadrivalente ACWY (💉)

      Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y – 2ª dose (reforço aos 13 meses de vida)


2) Meningocócica B (💉)

      Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo B – 2ª dose (reforço aos 12 meses de vida)

REDE PÚBLICA

1) Meningocócica C conjugada (💉)

      Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo C – 2ª dose (reforço aos 12 meses de vida)

Obs.: O SUS fornece vacina contra meningite ACWY somente para adolescentes com 11 e 12 anos de idade e não fornece a vacina contra a meningite B

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 6 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Hexavalente (💉)

Protege contra:

– Hepatite B – 3ª dose (não há necessidade de reforços, exceto em casos específicos)

– Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTPa) – 3ª dose (reforço aos 15 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 3ª dose (reforço aos 15 meses de vida)

– Poliomielite vírus inativado (VIP) – 3ª dose (reforço aos 15 meses de vida)

2) Pneumocócica conjugada 13 valente ou Pneumocócica conjugada 15 valente(💉) – 3ª dose (reforço aos 12 meses de vida)

3) Rotavírus Pentavalente – 3ª dose

4) Influenza quadrivalente (💉) – 1ª dose (reforço após 30 dias) – disponível praticamente o ano todo nas clínicas particulares, porém sofre renovação anual de sua composição durante as campanhas sazonais sendo importante estar sempre vacinado com a apresentação mais atual. Se tiver recebido a vacina do ano anterior, é possível re-vacinar 30 dias após a última dose.

REDE PÚBLICA

1) Pentavalente Brasil (💉)

Protege contra:

– Hepatite B – 3ª dose (não há necessidade de reforços, exceto em casos específicos)

– Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTP) – 3ª dose (reforços aos 15 meses de vida)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – 3ª dose (rede pública não oferece reforços após esta dose)

2) Poliomielite vírus inativado (VIP) (💉) – 3ª dose (reforços aos 15 meses de vida com a vacina de Poliomielite com virus vivo atenuado)

Obs.1: a rede pública não dá reforço da vacina pneumocócica 10 valente nesta idade.

Obs.2: a vacina contra o rotavírus da rede pública não tem uma 3ª dose.

3) Influenza trivalente (💉) – 1ª dose (reforço após 30 dias) – geralmente disponível na rede pública somente durante as campanhas sazonais.

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 7 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Influenza quadrivalente (💉) – 2ª dose (reforço anual com dose única durante campanhas de vacinação)

REDE PÚBLICA

1) Influenza trivalente (💉) – 2ª dose (reforço anual com dose única durante campanhas de vacinação)

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 9 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Febre Amarela (💉) – Dose única (reforço entre 4 e 5 anos de idade para todos que recebem esta vacina antes dos 12 meses de vida ou 5 anos após a última dose recebida até os 4 anos de idade)

REDE PÚBLICA

1) Febre Amarela (💉) – Dose única (reforço aos 4 anos de idade)

VACINAS NO 1º ANO DE VIDA - 12 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Tetraviral (SCR-V) (💉)

Protege contra:

– Varicela – 1ª dose (reforço aos 15 meses de vida)

– Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) – 1ª dose (reforço aos 15 meses de vida)

2) Hepatite A (💉) – 1ª dose (reforço aos 18 meses de vida)

3) Pneumocócica conjugada 13 valente ou Pneumocócica conjugada 15 valente(💉) – Reforço (pode ser aplicado entre 12 e 15 meses de vida)

4) Meningocócica quadrivalente ACWY (💉) – Reforço (pode ser aplicado entre 12 e 15 meses de vida e novo reforço aos 4 anos de idade)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y – 3ª dose (reforço aos 12 meses de vida)

5) Meningocócica B (💉) – Reforço (pode ser aplicado entre 12 e 15 meses de vida)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo B.

REDE PÚBLICA

1) Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) (💉) – 1ª dose (reforço aos 15 meses de vida associada a 1ª dose de Varicela, geralmente na apresentação Tetraviral SCR-V)

Obs: Na rede pública a vacina contra Hepatite A é aplicada em dose única aos 15 meses de vida


3) Pneumocócica conjugada 10 valente (💉) – Reforço


4) Meningocócica C conjugada (💉)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo C – 3ª dose (reforço aos 4 anos de idade)

Obs.: O SUS fornece vacina contra meningite ACWY somente para adolescentes com 11 e 12 anos de idade e não fornece a vacina contra a meningite B

VACINAS AOS 12, 13, 14, 15 e 18 MESES DE VIDA

12 Meses

Triplice Viral –  Varicela Hepatite A (💉)

13 Meses

Meningococo ACWY – Pneumococo 13v (💉)

14 Meses

Meningococo B (💉)

15 Meses

Penta – Tríplice Viral – Varicela (💉)

18 Meses

Hepatite A (💉)

VACINAS AOS 15 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Tetraviral (SCR-V) (💉)

Protege contra:

– Varicela – 2ª dose

– Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) – 2ª dose


2) Pentavalente (💉)

Protege contra:

– Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTPa) – Reforço (novo reforço entre 4 e 5 anos de idade)

– Haemophilus influenza tipo b (Hib) – Reforço

– Poliomielite vírus inativado (VIP) – Reforço (novo reforço entre 4 e 5 anos de idade).


Obs.: Na rede privada, a vacina contra Hepatite A é recomendada a 1ª dose aos 12 meses de vida com uma dose de reforço aos 15 meses de vida

REDE PÚBLICA

1) Tetraviral (SCR-V) (💉)

Protege contra:

– Varicela – Dose única (reforço aos 4 anos de idade)

– Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) – 2ª dose


2) Tríplice bacteriana acelular: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTP) (💉) – Reforço (novo reforço aos 4 anos de idade)


3) Poliomielite vírus vivo atenuado (VOP) – Reforço (novo reforço aos 4 anos de idade)


4) Hepatite A (💉) – Dose única

VACINAS AOS 18 MESES DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Hepatite A (💉) – Reforço (2ª dose)

REDE PÚBLICA

Não há vacinas previstas para esta idade na rede pública

Obs: vacina contra Hepatite A na rede pública é aplicada em dose única aos 15 meses de vida

VACINAS AOS 4 ANOS DE IDADE

REDE PRIVADA

1) Tríplice bacteriana acelular do tipo adulta com Poliomielite (dTPa-IPV) (💉)

Protege contra:

– Difteria, Tétano, Coqueluche (DTPa) – Reforço (pode ser aplicado entre 4 e 5 anos de idade, novo reforço entre 9 e 10 anos e depois a cada 10 anos com a dupla adulta)

– Poliomielite vírus inativado (VIP) – Reforço (pode ser aplicado entre 4 e 5 anos de idade, novos reforços somente se campanhas nacionais)

Obs: Nas clínicas particulares, a vacina contra Varicela é indicada aos 12 e aos 15 meses de vida

2) Febre Amarela (💉) – Reforço (proteção vitalícia)

REDE PÚBLICA

1) Tríplice bacteriana: Difteria, Tétano, Coqueluche (DTP) (💉) – Reforço (novo reforço a cada 10 anos com a dupla adulta)

2) Poliomielite vírus vivo atenuado (VOP) – Reforço (novos reforços somente se campanhas nacionais)

3) Varicela (💉) – Reforço (nas clínicas particulares, a vacina contra Varicela é indicada aos 12 e aos 15 meses de vida)

4) Febre Amarela (💉) – Reforço (proteção vitalícia)

VACINAS AOS 5 ANOS DE VIDA

REDE PRIVADA

1) Meningocócica quadrivalente ACWY (💉) – Reforço (novo reforço aos 11 anos de idade)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y

REDE PÚBLICA

Não há vacinas previstas para esta idade na rede pública

Obs.: O SUS fornece vacina contra meningite ACWY somente para adolescentes com 11 e 12 anos de idade e não fornece a vacina contra a meningite B

VACINAS ENTRE 9 A 14 ANOS DE IDADE

REDE PRIVADA

1) Meningocócica Quadrivalente ACWY (💉) – Reforço (aos 11 anos de idade ou 5 anos depois da última dose para aqueles que iniciaram tardiamente o esquema desta vacina)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y.

 

2) HPV Nonavalente(💉) – 1ª dose (para meninas e meninos deverão receber 3 doses: a 2ª dose, um a dois meses após a 1ª; e a 3ª dose, seis meses após a 1ª aplicação da vacina)

Protege contra Infecções persistentes, lesões pré-cancerosas, câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma) causadas pelo HPV dos sorotipos 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52 e 58.

REDE PÚBLICA

1) Meningocócica ACWY conjugada (💉) – Dose única (pode ser aplicado entre 11 e 12 anos de idade, com 13 anos a 14 anos, o SUS fornece apenas a Meningocócica C conjugada (💉) que protege apenas contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides do sorogrupo C)

Protege contra doenças invasivas pela bactéria Neisseria meningitides dos sorogrupos A, C, W-135 e Y.

2) HPV Quadrivalente (💉) – 1ª dose (reforço único 6 meses após a 1ª dose)

      Obs: na rede pública está disponível para meninas a partir de 9 anos até 14 anos e para os meninos, a partir dos 11 anos até os 14 anos. Mulheres imunossuprimidas até 45 anos também podem receber.

      Protege contra Infecções persistentes, lesões pré-cancerosas, câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma) causadas pelo HPV dos sorotipos 6,11,16,18.

OUTRAS VACINAS

Pneumocócica 23 valente

É uma vacina a base de vírus inativados, não havendo risco de desenvolver a doença pela vacina. É composta por 23 sorotipos da bactéria pneumocócica responsável por cerca de 80% das doenças bacterianas da primeira infância.

Está indicada de rotina para todos os indivíduos com 60 anos de idade ou mais, e para aqueles portadores de condições que aumentem o risco de doenças pneumocócicas com idade a partir de 2 anos de idade.

Vacina contra Dengue

É composta por vírus vivo atenuado de 4 sorotipos de vírus da Dengue (DEN1, DEN2, DEN3 e DEN4). Sua eficácia na prevenção de dengue grave é de 65,5%; da forma hemorrágica é de 93% e de internação é de mais de 80%.

Apesar da ser altamente eficaz para a prevenção das formas moderadas ou graves, está indicada somente para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença) com idade a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos.

Vacina contra Raiva

É uma vacina a base de vírus inativado, não tendo risco de transmitir a doença.

Está indicada somente para aqueles que sofreram acidente com animais que tem risco de estarem contaminados com o vírus da raiva ou para aqueles com risco ocupacional para esse tipo de acidente.

Palivizumabe

É uma solução de anticorpos específicos contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais causadores das bronquiolites. Isso significa que apesar de ser popularmente conhecida como vacina ela não é, pois não confere imunização ativa. A Palivizumabe não induz o corpo a produzir linfócitos de memória ou produzir seus próprio anticorpos contra esse vírus, por isso a necessidade de repetir as doses enquanto o bebê se encontra na fase de maior risco.

Está indicada para bebês prematuros nascidos com menos de 29 semanas de gestação durante os meses de maior circulação desse vírus.

Vacina contra Herpes Zóster

O Herpes Zóster é uma reativação do vírus da Catapora (Varicela Zóster) que pode ocorrer em qualquer momento da vida como uma doença oportunista, ou seja, que se aproveita dos momentos em que a saúde do indivíduo está enfraquecida por algum motivo, que pode ser inclusive por uma causa natural como o envelhecimento.

Previne a manifestação do Herpes Zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, e principalmente suas complicações como sua sua principal complicação, a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica, prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante

É composta pelo vírus vivo atenuado.

Está indicada para todos os adultos com 50 anos ou mais de idade e fortemente recomendada àqueles com 60 anos ou mais.

VACINAS NA MELHOR IDADE

REDE PRIVADA

1) Pneumocócica 23 valente (💉) – Reforço a cada 5 anos.

2) Pneumocócica conjugada 13 valente ou Pneumocócica conjugada 15 valente (💉) – Reforço em dose única para os idosos. Tem efeito complementar com a vacina Pneumocócica 23 valente, sendo de grande importância receber essas 2 vacinas com intervalo de 6 a 12 meses entre as aplicações.

3) Influenza quadrivalente (💉) – Vacinação em dose única anual. Disponível praticamente o ano todo nas clínicas particulares, porém sofre renovação anual de sua composição durante as campanhas sazonais sendo importante estar sempre vacinado com a apresentação mais atual. Se tiver recebido a vacina do ano anterior recentemente, é possível se vacinar com a nova apresentação após 30 dias da última dose .

4) Difteria, Tétano, Coqueluche (DTpa) – Reforço recomendado a todos adultos e idosos a cada 10 anos.


5) Herpes zóster – Dose única recomendada a todos adultos acima de 50 anos e fortemente recomendada a todos os idosos com 60 anos ou mais. (saiba mais)

6) Meningocócica quadrivalente ACWY (💉) -Dose única recomendado a adultos e idosos em situação de risco, ou viagens a locais com a doença endêmica, ou em situações de epidemia.


7) Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) (💉) – Somente para aqueles que não foram vacinados adequadamente na infância, ou não tem certeza de seu esquema vacinal (2 doses com intervalo de 30 dias entre elas até 29 anos de idade completos, ou dose única até os 59 anos de idade), ou em situações de surto/epidemia.

8) Hepatite A (💉) – Recomendado 2 doses com intervalo de 6 meses entre elas a todos aqueles que não foram previamente vacinados, ou para pessoas com condições clínicas de risco para a hepatite A: doenças crônicas do fígado, inclusive portadores do vírus da hepatite C e portadores crônicos do vírus da hepatite B; distúrbios de coagulação, pacientes com HIV/Aids; imunodeprimidos por doença ou tratamento; doenças de depósito; fibrose cística; trissomias; candidatos a transplante de órgão sólido; transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; doadores de órgão sólido ou de medula óssea; hemoglobinopatias.

9) Hepatite B (💉) – Recomendado 3 doses a todos aqueles que não foram previamente vacinados, com intervalo de 30 a 60 dias entre a 1ª e a 2ª dose, e 6 meses entre a 1ª e a 3ª dose.

 

10) Febre Amarela (💉) – Recomendado com cautela aos indivíduos com 60 anos de idade, ou mais, não previamente vacinados, pois está descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação nesta faixa etária, embora seja rara a ocorrência (proteção vitalícia com 1 dose a partir de 4 anos de idade).

 

REDE PÚBLICA

1) Pneumocócica 23 valente (💉) – Reforço a cada 5 anos.


O SUS não fornece vacina Pneumocócica conjugada aos idosos em nenhuma de suas apresentações (10 ou 13 valente).

2) Influenza trivalente (💉) – Vacinação em dose única anual, pois sofre renovação todos os anos dos vírus de sua composição – geralmente disponível na rede pública somente durante as campanhas sazonais.

3) Difteria, Tétano (dT ou Dupla Tipo Adulto) – Reforço recomendado a todos adultos e idosos a cada 10 anos.

 

O SUS não fornece vacina contra o Herpes Zóster.


O SUS não fornece vacina Meningocócica aos adultos, exceto em situações de epidemia.

4) Tríplice viral: Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) (💉) – Somente para aqueles que não foram vacinados adequadamente na infância, ou não tem certeza de seu esquema vacinal, o SUS fornece 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas até 29 anos de idade completos, ou dose única até os 59 anos de idade. Ou em situações de surto/epidemia.

5) Hepatite A (💉) – O SUS, em seu Programa Nacional de Imunização (PNI) não disponibilisa de rotina para adultos, fornece somente para crianças de 1​5 meses a ​4 anos, 11 meses e 29 dias de idade ou, nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), somente para pessoas com condições clínicas de risco para a hepatite A: doenças crônicas do fígado, inclusive portadores do vírus da hepatite C e portadores crônicos do vírus da hepatite B; distúrbios de coagulação, pacientes com HIV/Aids; imunodeprimidos por doença ou tratamento; doenças de depósito; fibrose cística; trissomias; candidatos a transplante de órgão sólido; transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; doadores de órgão sólido ou de medula óssea; hemoglobinopatias.

6) Hepatite B (💉) – Recomendado 3 doses a todos aqueles que não foram previamente vacinados, com intervalo de 30 a 60 dias entre a 1ª e a 2ª dose, e 6 meses entre a 1ª e a 3ª dose.

7) Febre Amarela (💉) – Recomendado com cautela aos indivíduos com 60 anos de idade, ou mais, não previamente vacinados, pois está descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação nesta faixa etária, embora seja rara a ocorrência (proteção vitalícia com 1 dose a partir de 4 anos de idade).

Crianças (0 - 10 anos)

Deverá ser aplicada o mais precocemente possível, em recém-nascidos com peso maior ou igual a 2.000 g. Em casos de histórico familiar, suspeita de imunodeficiência ou RNs cujas mães fizeram uso de biológicos durante a gestação, a vacinação poderá ser postergada ou contraindicada (consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais). A revacinação com BCG não é recomendada mesmo para crianças que não desenvolveram cicatriz vacinal, pela ausência de evidências de que a repetição traga benefício adicional.

Aplicar a primeira dose nas primeiras 12 horas
de vida. b) O esquema de quatro doses pode ser adotado quando
é utilizada uma vacina combinada que inclua a vacina hepatite B.
c) Se mãe HBsAg+, administrar também HBIG o mais precocemente possível (até sete dias após o parto).

Faixa etária para a vacinação contra o Papilomavirus humano (HPV4) na população masculina imunossuprimida foi ampliada. A partir de agora, homens de até 45 anos transplantados, pacientes oncológicos ou vivendo com HIV/aids podem se vacinar. O esquema tradicional de três doses será usado, independentemente da idade.

A vacina HPV nonavalente (Gardasil 9) é um imunizante que protege as pessoas de 9 diferentes tipos do Papilomavírus Humano (HPV), causador de verrugas genitais (ou condilomas) e lesões precursoras de alguns tipos de cânceres.

A primeira dose pode ser feita a partir de 6 semanas de vida
e no máximo até 3 meses e 15 dias, e a última dose até 7 meses e 29 dias. Se a criança cuspir, regurgitar ou vomitar após a vacinação, não repetir a dose. Não utilizar em crianças hospitalizadas. Em caso de suspeita de imunodeficiência ou RNs cujas mães fizeram uso de biológicos durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada e seu uso deve ser avaliado pelo médico

Previne as doenças: difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus tipo b, poliomielite (paralisia infantil) e hepatite B.

A vacina pentavalente garante a proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta.

Diferentes vacinas meningocócicas ACWY estão licenciadas no Brasil e os esquemas e idades de licenciamento variam conforme o fabricante.
Crianças vacinadas com MenC podem se beneficiar com o uso da MenACWY e, nesse caso, deve ser respeitado intervalo mínimo de um mês da última dose de MenC. Para proteção adequada dos três sorogrupos adicionais, deve-se adotar o esquema recomendado pelo fabricante para a idade do início, independente da vacinação
prévia com MenC.

Pode ser usada a partir de 2 meses de idade,
idealmente iniciando com uma dose aos 3 meses, outra aos 5 meses
e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses (esquema 2 + 1). Crianças
de 12 a 23 meses devem receber duas doses com intervalo de dois
meses entre elas com uma dose de reforço entre 12 e 23 meses após
esquema primário.

Crianças menores de 6 anos com esquema completo ou incompleto de VPC10 podem se beneficiar com dose(s) adicional(is) de VPC13, respeitando-se a recomendação de bula para cada idade de início e o intervalo mínimo de quatro a oito semanas em relação à dose anterior da VPC10. O esquema adotado pelo PNI com a VPC10 é de duas doses, aos 2 e 4 meses de vida, com reforço aos 12 meses (esquema 2 + 1). A SBIm mantém a recomendação para a VPC13 de três doses aos 2, 4 e 6 meses, com reforço entre 12 e 15 meses (esquema 3 + 1).

É recomendada para todas as crianças a partir dos 6
meses de idade. Quando administrada pela primeira vez em crianças menores de 9 anos, aplicar duas doses com intervalo de 30 dias.
Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina
influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V. Se disponível, a vacina utilizada na última temporada no hemisfério norte, poderá ser recomendada aos viajantes internacionais e brasileiros residentes nos estados do Norte do país, no período pré-estacional
de Influenza.

A vacina contra a febre amarela é segura e considerada a medida mais eficaz para evitar casos graves e mortes pela doença. Depois de imunizado, você está protegido por toda vida.

Aos 12 meses, na mesma visita, aplicar a
primeira dose da tríplice viral e varicela em administrações separadas (SCR + V) ou com a vacina tetraviral (SCRV). A segunda dose
de tríplice viral e varicela, preferencialmente com vacina tetraviral,
pode ser administrada a partir dos 15 meses de idade, mantendo
intervalo de três meses da dose anterior de SCR, V ou SCRV.

Para crianças com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose
como rotina, podendo ser considerada em situações de risco epidemiológico, como surtos de caxumba e/ou sarampo. Em situação
de risco para o sarampo – por exemplo, surto ou exposição domiciliar – a primeira dose deve ser aplicada a partir de 6 meses
de idade. Nesses casos, a aplicação de mais duas doses após a
idade de 1 ano ainda será necessária. Veja considerações sobre o
uso da vacina tetraviral (SCRV) no item 15. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico 

É considerada adequadamente vacinada a criança que tenha recebido duas doses da vacina após 1 ano de idade. Em situação de risco – por exemplo, surto de varicela ou exposição domiciliar – a primeira dose pode ser aplicada a partir de 9 meses de idade. Nesses casos, a aplicação de mais duas doses após a idade de
1 ano ainda será necessária.

Quem deve receber a vacina Qdenga? Ela está licenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para indivíduos de 4 a 60 anos. Ela se diferencia da Dengvaxia, aprovada anteriormente pela Anvisa, que é recomendada apenas a quem já foi infectado pelo vírus.

Para crianças a partir de 12 meses de idade não
vacinadas para hepatite B no primeiro ano de vida, a vacina combinada hepatites A e B na formulação adulto pode ser considerada
para substituir a vacinação isolada (A ou B) com esquema de duas
doses (0 – 6 meses).

Recomenda-se o reforço aos 15-18 meses, principalmente
quando for utilizada vacina Hib nas formulações combinadas com tríplice bacteriana acelular (DTPa).

Recomenda-se que, idealmente, todas as doses
sejam com a VIP. Não utilizar VOP em crianças que não tenham ainda recebido as 3 doses de VIP, hospitalizadas e imunodeficientes.

A vacina contra a dengue já é comercializada no Brasil e protege contra quatro sorotipos do vírus. Apesar da vacina ser uma boa arma, ainda é importante lutar contra o mosquito. O Brasil é um país que anualmente sofre com o aumento exagerado dos casos de dengue, uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

 

 
 

Adultos (20 - 59 anos)

• Adultos não vacinados anteriormente e suscetíveis, devem ser vacinados para as hepatites A e B.
• A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para
as hepatites A e B.

A vacina ACWY protege contra quatro sorotipos de meningite bacteriana, que é considerada a variação mais grave da doença e pode ser fatal”, frisou. Apesar de a doença acometer pessoas de todas as idades, crianças são as principais vítimas • Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica
C conjugada.

Faixa etária para a vacinação contra o Papilomavirus humano (HPV4) na população masculina imunossuprimida foi ampliada. A partir de agora, homens de até 45 anos transplantados, pacientes oncológicos ou vivendo com HIV/aids podem se vacinar. O esquema tradicional de três doses será usado, independentemente da idade.

A vacina HPV nonavalente (Gardasil 9) é um imunizante que protege as pessoas de 9 diferentes tipos do Papilomavírus Humano (HPV), causador de verrugas genitais (ou condilomas) e lesões precursoras de alguns tipos de cânceres.

• Em grupos de alto risco: portadores de asplenia anatômica ou funcional, deficiência de complemento ou
pessoas em uso de biológicos que interferem na via do complemento é recomendada uma dose de reforço
um ano após o fim do esquema de doses básico para cada faixa etária e revacinar a cada três anos.
• Licenciada até os 50 anos de idade. O uso acima dessa idade é off label.

• Adultos não vacinados anteriormente e suscetíveis, devem ser vacinados para as hepatites A e B.
• A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para
as hepatites A e B.

• Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 é recomendado para adultos portadores de algumas
comorbidades.

• Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior
cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
• Se disponível, a vacina utilizada na última temporada no hemisfério norte, poderá ser recomendada
aos viajantes internacionais e brasileiros residentes nos estados do Norte
do país, no período pré-estacional de Influenza.

• É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação não puder ser
evitada, suspender o aleitamento materno por dez dias.
• O uso em imunodeprimidos e gestantes deve ser avaliado pelo médico.

A vacina tríplice viral é indicada para proteger contra os vírus do sarampo, caxumba e rubéola, em adultos e crianças com mais de 1 ano de idade, prevenindo o desenvolvimento destas doenças e suas possíveis complicações para a saúde. • O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico

A vacina contra a catapora, também conhecida por varicela, tem como função proteger a pessoa contra o vírus da varicela, prevenindo o desenvolvimento ou evitando o agravamento da doença. • O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico

A vacina contra a dengue já é comercializada no Brasil e protege contra quatro sorotipos do vírus. Apesar da vacina ser uma boa arma, ainda é importante lutar contra o mosquito. O Brasil é um país que anualmente sofre com o aumento exagerado dos casos de dengue, uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.   Contraindicada para adultos imunodeprimidos, gestantes e nutrizes.

Quem deve receber a vacina Qdenga? Ela está licenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para indivíduos de 4 a 60 anos. Ela se diferencia da Dengvaxia, aprovada anteriormente pela Anvisa, que é recomendada apenas a quem já foi infectado pelo vírus.

Para crianças com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose
como rotina, podendo ser considerada em situações de risco epidemiológico, como surtos de caxumba e/ou sarampo. Em situação
de risco para o sarampo – por exemplo, surto ou exposição domiciliar – a primeira dose deve ser aplicada a partir de 6 meses
de idade. Nesses casos, a aplicação de mais duas doses após a
idade de 1 ano ainda será necessária. Veja considerações sobre o
uso da vacina tetraviral (SCRV) no item 15. O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico 

• A dTpa está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção
conferida pela infecção não é permanente.
• O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, objetiva, além da proteção individual, a redução da
transmissão da Bordetella pertussis, principalmente para suscetíveis com alto risco de complicações,
como os lactentes.
• Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo
o componente pertussis em adultos contactantes de lactentes.

Gestantes

• A dTpa está recomendada em todas as gestações, pois além de proteger a gestante e evitar que ela transmita
a Bordetella pertussis ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto protegendo-o nos
primeiros meses de vida até que possa ser imunizado.
• Mulheres não vacinadas na gestação devem ser vacinadas no puerpério, o mais precocemente possível.
• Na indisponibilidade de dTpa, pode-se substituí-la pela dTpa-VIP, ficando a critério médico a prescrição.

A vacina hepatite B deve ser aplicada em gestantes não anteriormente vacinadas e suscetíveis à infecção

Influenza (gripe)

Entre em contrato e saiba sobre a disponibilidade.

É vacina inativada, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto. Já que no Brasil as situações
de risco de exposição ao VHA são frequentes, a vacinação deve ser considerada.

A vacina combinada é uma opção e pode substituir a vacinação isolada das hepatites A e B

• VPC13 e VPP23 são vacinas inativadas, portanto sem riscos teóricos para a gestante e o feto.

• As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para a gestante
e o feto.
• Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica C conjugada.

A vacina meningocócica B é inativada, portanto sem risco teórico para a gestante e o feto.

• Gestantes que viajam para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP)
devem ser isentadas da vacinação pelo médico assistente, se não houver risco de contrair a infecção.
• É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação não puder ser evitada,
suspender o aleitamento materno por dez dias.

Idosos (60 anos ou mais)

• A partir de 60 anos de idade, existe um risco aumentado de formas graves e óbito por Influenza. Desde
que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina influenza 3V, por conferir maior cobertura
das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.
• Se disponível, a vacina utilizada na última temporada no hemisfério norte, poderá ser recomendada aos
viajantes internacionais e brasileiros residentes nos estados do Norte do país, no período pré-estacional
de Influenza.

• Para aqueles que já receberam uma dose de VPP23, recomenda-se o intervalo de um ano para a aplicação de VPC13. A segunda dose de VPP23 deve ser feita cinco anos após a primeira, mantendo intervalo de seis a 12 meses com a VPC13.
• Para os que já receberam duas doses de VPP23, recomenda-se uma dose de VPC13, com intervalo mínimo de um ano após a última dose de VPP23.
• Se a segunda dose de VPP23 foi aplicada antes dos 60 anos, está recomendada uma terceira dose depois
dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos da última dose.

• A VZR é preferível pela maior eficácia e duração da proteção.
• A vacinação está recomendada mesmo para aqueles que já desenvolveram a doença. Intervalo entre
quadro de HZ e vacinação:
VVA – 1 ano.
VZR – 6 meses ou após resolução do quadro, considerando a perda de oportunidade vacinal.
• VZR recomendada para vacinados previamente com VVA, respeitando intervalo mínimo de dois meses
entre elas.
• Uso em imunodeprimidos: VVA é contraindicada; VZR é recomendada

A vacina está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche,
já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
• Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o
componente pertussis para idosos contactantes de lactentes.
• Para idosos que pretendem viajar para países nos quais a poliomielite é endêmica recomenda-se a
vacina dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP).
• A dTpa-VIP pode substituir a dTpa, se necessário.

Entre em contrato e saiba sobre a disponibilidade.

Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis.
Para esse grupo, portanto, a vacinação não é prioritária. A sorologia pode ser solicitada para definição da
necessidade ou não de vacinar. Em contactantes de doentes com hepatite A, ou durante surto da doença,
a vacinação deve ser recomendada.

A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir
a vacinação isolada para as hepatites A e B.

• Embora raro, está descrito risco aumentado de eventos adversos graves
na primovacinação de indivíduos maiores de 60 anos. Portanto, deve-se avaliar
risco/benefício da vacinação, considerando também o risco individual de infecção.
• O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico

Na indisponibilidade da vacina meningocócica conjugada ACWY, substituir pela vacina meningocócica C conjugada.

Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e
rubéola. Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira. Porém, a critério médico (em situações de
surtos, viagens, entre outros), pode ser recomendada. Contraindicada para imunodeprimidos.